Azure – Série Dicas de Como Usar a Calculadora do Azure–Parte 1 – Discos

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Quantas vezes você como consultor foi questionado quanto custaria para hospedar um ambiente de PaaS ou SaaS no Microsoft Azure? Quais seriam as vantagens em frente a outros fornecedores como a Amazon (AWS) ou Google Cloud.

Para responder a essa pergunta você precisa ter números (custos), pois no final é o que realmente mais importa ao cliente.

Antes de dizer os custos, você precisa justificar os ganhos escolhendo o Microsoft Azure como qualidade, segurança, disponibilidade, mas o custo ainda muitas vezes será o mandatório.

A Microsoft disponibiliza algumas formas para você obter as informações de custos para hospedar um ambiente PaaS ou IaaS e até fazer uma migração de um ambiente On-Premise para o Microsoft Azure.

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ALM – Test Manager – Criando Caso de Teste Exploratório

Introdução

O caso de teste exploratório é muito importante para você utilizar afim de explorar uma funcionalidade sem definição formal e com o objetivo de se tirar os seguintes resultados:

– Criar Casos de Testes;

– Ganhos na velocidade dos testes com o time (inicio do projeto/iteração);

– Criar BUGS não formais (desvinculados a requisitos);

– Não substitui Casos de Testes Funcionais.

Devem ser usados nos casos:

Preparação de Casos de Testes (Inicio de Projeto);

Conhecimento de uma funcionalidade (baseado no requisito);

Projetos com abordagens ágeis em que a rastreabilidade de relatórios de requisitos não serão abordadas.

Diferentemente do Caso de Testes Funcional ou Não Funcional, não é reaproveitado, pois não se gera passos (Shared Steps).

Criando um Caso de Teste Exploratório

– Crie uma Suíte de Teste Exploratório;

– Adicione a sua Suíte um Requisito;

– Crie uma Task para a Execução estipulando o tempo de execução dessa suíte ou teste;

– Execute os testes usando a gravação;

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– Crie Casos de Testes a partir desse cenário;

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-Crie um BUG dentro do próprio Test Manager;

– Um Caso de Testes Exploratório é no contexto de Planejamento, então cada um deve fazer o seu próprio. Dúvidas de como planejar um Caso de Teste Exploratório? Clique aqui!

Technet – Visual Round Trip Analyzer

Olá Pessoal,

Nesse artigo, como dica do meu amigo e companheiro de equipe Juliano Pires, falarei sobre o Visual Round Trip Analyzer.

Essa ferramenta é muito útil para realizarmos análises em sites de aplicativos nossos e até de empresas, e identificarmos possíveis pontos de melhoria nesses sites. Por exemplo:

– Quanto de banda é consumida em consultas;
– Quanto custa em MB cada objeto meu usado na página (imagem, dados, etc.);
– Compressão;
– Eficiência;
– E muito mais.

Para usar essa ferramenta é muito fácil, segue abaixo passos de instalação e uso. E no final um artigo com 12 passos do Technet Magazinhe de como melhorar suas aplicações Web.

– Instalação

Realize o download da ferramenta no link abaixo:

http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=21462

 

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Em seguida, execute o Wizard de instalação, conforme as telas abaixo:

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Depois de instalado, iremos configurar.

– Configuração

Abra o painel de configuração do aplicativo;

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Selecione a conexão de rede que você estará usando para os testes, depois clique na seta verde para iniciar a captura do tráfego;

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Abra seu navegador e realize uma consulta a um site, no caso iremos consultar o Microsoft Technet Wiki, e realize as navegações que você deseja;

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Depois, vá no Visual Round Trip Analyzer e pare a captura e observe os resultados;

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Estatisticas de pacotes trafegados, tipo de protocolos usados;

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Trazendo até as pontuações (Score);

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– Artigo 12 Passos Para Melhorar seu Aplicativo Web

http://msdn.microsoft.com/pt-br/magazine/dd188562.aspx

Bom é isso, um forte abraço e até a próxima!

Alan Carlos

System Center – Sobrescrever, Alterar e Editar Alertas

No painel de monitoramento do System Center Operation Manager, observe o alerta informando que a instância do SQL Server apresenta um comportamento fora do padrão, onde há alguns processos bloqueando outros processos, ocasionando uma possível lentidão na instância. O interessante dos alertas do SCOM é que eles trazem dicas de como proceder na situação exposta, facilitando e muito a vida do técnico responsável.

1. Clique com o botão direito do mouse em cima do alerta e vá em Open – Health Explorer;

 

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2. Em seguida, clique com o botão direito do mouse no alerta em questão e vá em Monitor Properties;

 

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3. Observe que há diversas opções e informações dos alerta. No nosso caso, iremos sobrescrever um comportamento do alerta, então selecione a aba Overrides;

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4. Nesse passo você pode selecionar para que essa mudança se aplique apenas aquele objeto monitorado (no caso a instância específica do SQL), ou para o alerta em geral, para todos os objetos do ambiente monitorado;

 

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5. Depois altere o valor, mudando o campo Override Value;

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6. Selecione o pacote que você deseja aplicar (pode ser o padrão, ou um novo pacote de Template), e clique em OK e pronto!

 

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A partir de agora, o alerta terá o comportamento que você definiu. Você pode colocar comportamentos como por exemplo:

– Habilitado ou desabilitado para determinado objeto:
– Tempo de monitoramento;
– Porcentagem, como por exemplo um monitoramento de espaço em disco, picos de processamentos, picos de uso de memória;
– Prioridade do alerta;
– Classificação do alerta e muito mais.

Referências

Using Classes and Groups for Overrides in Operations Manager

Tuning Monitoring by Using Targeting and Overrides

Alan Carlos

Microsoft Azure – Dicas e Precauções em Banco de Dados

Olá Comunidade Microsoft,

Meu nome é Alan Carlos e hoje trago a vocês uma algumas de dicas sobre o Microsoft Azure, baseado em experiência de hospedagem da equipe em qual trabalho.

Hoje hospedamos serviços na Azure da Microsoft, e temos as dicas abaixo:

Hospedagem de Banco de Dados

· Até o momento desse post, o Microsoft SQL Server da Azure não restaura  backup´s oriundos de arquivos com extensão (.BAK), para você enviar seu banco de dados, deve-se usar a ferramenta Deploy Data Base do SQL Server.

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– O banco de dados não deve conter tabelas ou componentes criptografados pra realizar a importação.

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– Por questões de segurança todo novo banco deve ser criado respeitando permissões db_creator e db_owner, não se utilizando de permissões SYSADMIN. Na verdade essa é a forma correta, pois, evita-se que haja problemas em instâncias que hospedam mais de um banco de dados e seu Script, ocasiona uma falha na instância;

– Instância SQL Azure não contempla menus com assistentes como no SQL Enterprise ou Standard. Configurações de segurança e banco deve ser feita por script TSQL. Saiba mais nesse KB da Microsoft.;

– Se desejar saber mais, clique nesse link sobre a Introdução do SQL Azure;

– Se desejar saber mais sobre Backups do Azure, acesse esse link;

– Também temos algumas dicas no Technet Magazine do Joshua Hoffman de como proteger seu SQL Azure;

– Nesse link, temos informações documentais sobre o SQL Server Azure;

Importante:

Atentem-se ao serviços que estão me modo de Visualização na Azure, onde a hospedagem e suporte está ainda em configuração, pois dependerá do mercado e perfil do cliente. Saiba mais em dúvidas.

 

Bom é isso, espero ter contribuido! Agradeço ao meu companheiro de equipe e madrugadas Juliano Pires por ter ajudado nesse post!

Alan Carlos
Technet Wiki Ninja

ALM – Dicas – Scrum – Fatores para determinar o tempo correto de uma Sprint

Olá Pessoal,

Abaixo seguem algumas dicas para um Scrum Master de como gerir o tempo de uma Sprint em um modelo de processo Scrum.

Como uma boa prática, uma Sprint precisa ser o mais curta possível, mas não simplesmente curta. Como diz Jen Schwaber, uma Sprint de mais de quatro semanas tem cheiro de Waterfall. Já uma Sprint inferior a uma semana é possível, porém tem que ser realizada por um time de desenvolvimento sênior e de alto desempenho.

Principais fatores a se cuidar quando se estima um tempo de Sprint:

– A Sprint deve ter um tamanho consistente, normalmente entre uma semana a quatro semanas (podendo-se ter menos ou mais tempo);
– O tempo da Sprint deve ser longo o suficiente para se criar um produto útil e potencialmente entregável;
– O tempo da Sprint não muda, apenas no intervalo entre as Sprints, ou em último caso, de comum acordo entre todos os envolvidos;

Bem é isso. Espero ter ajudado com essas dicas e até a próxima!

Referência

Professional Scrum Development with Microsoft Visual Studio

System Center – Dicas – Configurando Hosts Preferenciais para Virtualização no VMM

CENÁRIO:

Uma empresa chamada ABC tem um cluster de failover do Hyper-V, que consiste de 8 servidores host que executam o Windows Server 2012 R2. A empresa utiliza o System Center 2012 R2 Virtual Machine Manager para gerenciar o ambiente Hyper-V.

04 dos servidores host são utilizados apenas para serviços relacionados à contabilidade. Os outros servidores são usados para uso em geral.

Você precisa se configurar pelo VMM o ambiente para que as máquinas virtuais (VMs) de uso em geral não sejam movidas para os servidores host que são usados ​​para a contabilidade.

Como realizar essa configuração?

RESOLUÇÃO:

Abra a console de gerenciamento VMM e vánas propriedades das virtualizações que fazem parte do uso geral.

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Clique com o botão direito em cima da virtualização e selecione Properties e em seguida Settings. Selecione quais serão os hosts utilizados.

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Regra

Comportamento VMM

Comportamento de cluster de Failover

Preferred owner

Hosts preferidos serão selecionados em primeiro lugar.

Outros hosts irão mostrar um aviso de colocação e aparecem na parte inferior da lista de hosts.

Durante o failover, o gerente de cluster irá tentar iniciar VM em nós preferenciais, por ordem de preferência. Se os proprietários preferenciais não estiverem disponíveis, qualquer host será usado.

Possible owner

A VM só pode ser migrada para possíveis proprietários. Outros hosts irão obter 0 estrelas e um erro de bloqueio, impedindo a migração.

Durante o failover, apenas os nós possíveis proprietários serão considerados. A VM nunca vai migrar para um host que não é um possível proprietário.

Pronto, sua configuração foi efetuada e o cenário atendido.