ALM – Test Manager – Criando Caso de Teste Exploratório

Introdução

O caso de teste exploratório é muito importante para você utilizar afim de explorar uma funcionalidade sem definição formal e com o objetivo de se tirar os seguintes resultados:

– Criar Casos de Testes;

– Ganhos na velocidade dos testes com o time (inicio do projeto/iteração);

– Criar BUGS não formais (desvinculados a requisitos);

– Não substitui Casos de Testes Funcionais.

Devem ser usados nos casos:

Preparação de Casos de Testes (Inicio de Projeto);

Conhecimento de uma funcionalidade (baseado no requisito);

Projetos com abordagens ágeis em que a rastreabilidade de relatórios de requisitos não serão abordadas.

Diferentemente do Caso de Testes Funcional ou Não Funcional, não é reaproveitado, pois não se gera passos (Shared Steps).

Criando um Caso de Teste Exploratório

– Crie uma Suíte de Teste Exploratório;

– Adicione a sua Suíte um Requisito;

– Crie uma Task para a Execução estipulando o tempo de execução dessa suíte ou teste;

– Execute os testes usando a gravação;

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– Crie Casos de Testes a partir desse cenário;

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-Crie um BUG dentro do próprio Test Manager;

– Um Caso de Testes Exploratório é no contexto de Planejamento, então cada um deve fazer o seu próprio. Dúvidas de como planejar um Caso de Teste Exploratório? Clique aqui!

Technet – Visual Round Trip Analyzer

Olá Pessoal,

Nesse artigo, como dica do meu amigo e companheiro de equipe Juliano Pires, falarei sobre o Visual Round Trip Analyzer.

Essa ferramenta é muito útil para realizarmos análises em sites de aplicativos nossos e até de empresas, e identificarmos possíveis pontos de melhoria nesses sites. Por exemplo:

– Quanto de banda é consumida em consultas;
– Quanto custa em MB cada objeto meu usado na página (imagem, dados, etc.);
– Compressão;
– Eficiência;
– E muito mais.

Para usar essa ferramenta é muito fácil, segue abaixo passos de instalação e uso. E no final um artigo com 12 passos do Technet Magazinhe de como melhorar suas aplicações Web.

– Instalação

Realize o download da ferramenta no link abaixo:

http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=21462

 

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Em seguida, execute o Wizard de instalação, conforme as telas abaixo:

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Depois de instalado, iremos configurar.

– Configuração

Abra o painel de configuração do aplicativo;

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Selecione a conexão de rede que você estará usando para os testes, depois clique na seta verde para iniciar a captura do tráfego;

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Abra seu navegador e realize uma consulta a um site, no caso iremos consultar o Microsoft Technet Wiki, e realize as navegações que você deseja;

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Depois, vá no Visual Round Trip Analyzer e pare a captura e observe os resultados;

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Estatisticas de pacotes trafegados, tipo de protocolos usados;

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Trazendo até as pontuações (Score);

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– Artigo 12 Passos Para Melhorar seu Aplicativo Web

http://msdn.microsoft.com/pt-br/magazine/dd188562.aspx

Bom é isso, um forte abraço e até a próxima!

Alan Carlos

System Center – Sobrescrever, Alterar e Editar Alertas

No painel de monitoramento do System Center Operation Manager, observe o alerta informando que a instância do SQL Server apresenta um comportamento fora do padrão, onde há alguns processos bloqueando outros processos, ocasionando uma possível lentidão na instância. O interessante dos alertas do SCOM é que eles trazem dicas de como proceder na situação exposta, facilitando e muito a vida do técnico responsável.

1. Clique com o botão direito do mouse em cima do alerta e vá em Open – Health Explorer;

 

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2. Em seguida, clique com o botão direito do mouse no alerta em questão e vá em Monitor Properties;

 

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3. Observe que há diversas opções e informações dos alerta. No nosso caso, iremos sobrescrever um comportamento do alerta, então selecione a aba Overrides;

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4. Nesse passo você pode selecionar para que essa mudança se aplique apenas aquele objeto monitorado (no caso a instância específica do SQL), ou para o alerta em geral, para todos os objetos do ambiente monitorado;

 

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5. Depois altere o valor, mudando o campo Override Value;

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6. Selecione o pacote que você deseja aplicar (pode ser o padrão, ou um novo pacote de Template), e clique em OK e pronto!

 

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A partir de agora, o alerta terá o comportamento que você definiu. Você pode colocar comportamentos como por exemplo:

– Habilitado ou desabilitado para determinado objeto:
– Tempo de monitoramento;
– Porcentagem, como por exemplo um monitoramento de espaço em disco, picos de processamentos, picos de uso de memória;
– Prioridade do alerta;
– Classificação do alerta e muito mais.

Referências

Using Classes and Groups for Overrides in Operations Manager

Tuning Monitoring by Using Targeting and Overrides

Alan Carlos

Microsoft Azure – Dicas e Precauções em Banco de Dados

Olá Comunidade Microsoft,

Meu nome é Alan Carlos e hoje trago a vocês uma algumas de dicas sobre o Microsoft Azure, baseado em experiência de hospedagem da equipe em qual trabalho.

Hoje hospedamos serviços na Azure da Microsoft, e temos as dicas abaixo:

Hospedagem de Banco de Dados

· Até o momento desse post, o Microsoft SQL Server da Azure não restaura  backup´s oriundos de arquivos com extensão (.BAK), para você enviar seu banco de dados, deve-se usar a ferramenta Deploy Data Base do SQL Server.

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– O banco de dados não deve conter tabelas ou componentes criptografados pra realizar a importação.

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– Por questões de segurança todo novo banco deve ser criado respeitando permissões db_creator e db_owner, não se utilizando de permissões SYSADMIN. Na verdade essa é a forma correta, pois, evita-se que haja problemas em instâncias que hospedam mais de um banco de dados e seu Script, ocasiona uma falha na instância;

– Instância SQL Azure não contempla menus com assistentes como no SQL Enterprise ou Standard. Configurações de segurança e banco deve ser feita por script TSQL. Saiba mais nesse KB da Microsoft.;

– Se desejar saber mais, clique nesse link sobre a Introdução do SQL Azure;

– Se desejar saber mais sobre Backups do Azure, acesse esse link;

– Também temos algumas dicas no Technet Magazine do Joshua Hoffman de como proteger seu SQL Azure;

– Nesse link, temos informações documentais sobre o SQL Server Azure;

Importante:

Atentem-se ao serviços que estão me modo de Visualização na Azure, onde a hospedagem e suporte está ainda em configuração, pois dependerá do mercado e perfil do cliente. Saiba mais em dúvidas.

 

Bom é isso, espero ter contribuido! Agradeço ao meu companheiro de equipe e madrugadas Juliano Pires por ter ajudado nesse post!

Alan Carlos
Technet Wiki Ninja

ALM – Dicas – Scrum – Fatores para determinar o tempo correto de uma Sprint

Olá Pessoal,

Abaixo seguem algumas dicas para um Scrum Master de como gerir o tempo de uma Sprint em um modelo de processo Scrum.

Como uma boa prática, uma Sprint precisa ser o mais curta possível, mas não simplesmente curta. Como diz Jen Schwaber, uma Sprint de mais de quatro semanas tem cheiro de Waterfall. Já uma Sprint inferior a uma semana é possível, porém tem que ser realizada por um time de desenvolvimento sênior e de alto desempenho.

Principais fatores a se cuidar quando se estima um tempo de Sprint:

– A Sprint deve ter um tamanho consistente, normalmente entre uma semana a quatro semanas (podendo-se ter menos ou mais tempo);
– O tempo da Sprint deve ser longo o suficiente para se criar um produto útil e potencialmente entregável;
– O tempo da Sprint não muda, apenas no intervalo entre as Sprints, ou em último caso, de comum acordo entre todos os envolvidos;

Bem é isso. Espero ter ajudado com essas dicas e até a próxima!

Referência

Professional Scrum Development with Microsoft Visual Studio

System Center – Dicas – Configurando Hosts Preferenciais para Virtualização no VMM

CENÁRIO:

Uma empresa chamada ABC tem um cluster de failover do Hyper-V, que consiste de 8 servidores host que executam o Windows Server 2012 R2. A empresa utiliza o System Center 2012 R2 Virtual Machine Manager para gerenciar o ambiente Hyper-V.

04 dos servidores host são utilizados apenas para serviços relacionados à contabilidade. Os outros servidores são usados para uso em geral.

Você precisa se configurar pelo VMM o ambiente para que as máquinas virtuais (VMs) de uso em geral não sejam movidas para os servidores host que são usados ​​para a contabilidade.

Como realizar essa configuração?

RESOLUÇÃO:

Abra a console de gerenciamento VMM e vánas propriedades das virtualizações que fazem parte do uso geral.

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Clique com o botão direito em cima da virtualização e selecione Properties e em seguida Settings. Selecione quais serão os hosts utilizados.

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Regra

Comportamento VMM

Comportamento de cluster de Failover

Preferred owner

Hosts preferidos serão selecionados em primeiro lugar.

Outros hosts irão mostrar um aviso de colocação e aparecem na parte inferior da lista de hosts.

Durante o failover, o gerente de cluster irá tentar iniciar VM em nós preferenciais, por ordem de preferência. Se os proprietários preferenciais não estiverem disponíveis, qualquer host será usado.

Possible owner

A VM só pode ser migrada para possíveis proprietários. Outros hosts irão obter 0 estrelas e um erro de bloqueio, impedindo a migração.

Durante o failover, apenas os nós possíveis proprietários serão considerados. A VM nunca vai migrar para um host que não é um possível proprietário.

Pronto, sua configuração foi efetuada e o cenário atendido.

System Center – Dicas – Configurando o Storage QoS em uma Virtualização


CENÁRIO:

Você administra um pool de servidores Hyper-V com o Windows 2012 Server R2 e há virtualizações de produção e homologação hospedadas nesse pool. Foi solicitado a você que otimize o desempenho das virtualizações de produção. Como proceder?

SOLUÇÃO:

Uma das features mais importantes do Hyper-V é o Storage Quality of Service.

O Storage QoS fornece a capacidade de especificar o máximo de entrada/saída de uma operação por segundo (IOPS) para o disco rígido virtual. Um administrador pode configurar a disponibilidade de I/O para um hóspede virtual e esse hóspede pode consumir recursos excessivos de armazenamento, afetando outro hóspede virtual.

Um administrador também pode definir um valor mínimo IOPS. Eles serão notificados quando as IOPS para um disco rígido virtual especificado é abaixo de um limiar que é necessário para seu ótimo desempenho.

Os valores máximos e mínimos são especificados em termos de IOPS onde cada 8 K de dados é contado como um I/O.

Para configurar abra o Gerenciador do Hyper-V e selecione a virtualização de produção. Em seguida clique com o botão direito e vá em propriedades.

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Vá no disco e selecione a opção Advanced Features habilite a opção Enable Quality of Service Management, depois configure o minimo de IOPS para essa virtualização, conforme sua necessidade.

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Para você ter uma boa noção de quanto de IOPS será necessário para a virtualização de produção, você pode executar no servidor Host o aplicativo Perfmon e analisar o desempenho do arquivo VHDX para avaliar quantos IOPS ele necessitaria.

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Abra Performance Monitor e adicione um contador nele.

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O contador será o de Read Operations/Sec que fica dentro de Hyper-V Virtual Storage Device.

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Observe no contador que a média (average) foi de 131 IOPS no tempo que foi monitorado. Você poderá deixar o monitor coletando e executar as atividades do dia a dia na virtualização para identificar o minimo e máximo de IOPS necessários, tanto em homologação como produção.

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Com essas informãções, será possível realizar o que o cenário necessita.